
Não podia deixar de partilhar com os leitores deste blog o óleo do pintor José Malhoa, a Sesta, que se encontra no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Se repararem com atenção, à direita, descobrem um belo prato Ratinho no Cesto do camponês. O Grupo de trabalhadores que se encontra a dormir espalhado à sombra das árvores, comeu o seu farnel no prato Ratinho e um deles parece estar a acordar. 
José Malhoa (Caldas da Rainha, 28 de Abril de 1855 – Figueiró dos Vinhos, 26 de Outubro de 1933) é como toda a gente sabe um dos mais populares pintores portugueses e gravou nas suas telas um Portugal rural, que hoje estás em vias de desaparecer.
José Malhoa esteve em 1906 no Brasil, a convite do Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro para aí expor os seus trabalhos. A exposição inaugurada em Julho desse ano teve um sucesso tremendo e dos 112 quadros expostos, Malhoa vendeu 52!
Explica-se assim porque é que esta tela, A Sesta, está no Museu de Belas Artes do Rio, bem como muitas outras obras do pintor, que se encontram espalhadas por colecções públicas e privadas do Brasil.

José Malhoa (Caldas da Rainha, 28 de Abril de 1855 – Figueiró dos Vinhos, 26 de Outubro de 1933) é como toda a gente sabe um dos mais populares pintores portugueses e gravou nas suas telas um Portugal rural, que hoje estás em vias de desaparecer.
José Malhoa esteve em 1906 no Brasil, a convite do Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro para aí expor os seus trabalhos. A exposição inaugurada em Julho desse ano teve um sucesso tremendo e dos 112 quadros expostos, Malhoa vendeu 52!
Explica-se assim porque é que esta tela, A Sesta, está no Museu de Belas Artes do Rio, bem como muitas outras obras do pintor, que se encontram espalhadas por colecções públicas e privadas do Brasil.
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